Dodô adota livro do Pastor Juanribe Pagliarin para superar crise

terça, 01 de julho de 2014 às 16:21

Deus sempre esteve presente na vida do atacante Dodô, do Fluminense. Mas a religiosidade do jogador aumentou, e muito, depois do drama que ele viveu ano passado, quando chegou a ser suspenso 120 dias por ter sido flagrado no antidoping, no jogo contra o Vasco, quando defendia o Botafogo.

“Sem dúvida, foi um momento muito difícil em que a ajuda divina foi fundamental “, repete o artilheiro a todo instante. Uma das principais estrelas da constelação tricolor em Vitória, para reforçar ainda mais a fé, ele adotou a obra ‘Jesus’, do Pastor Juanribe Pagliarin, como o seu livro de cabeceira.

Ou melhor, o interesse de Dodô pela leitura da saga do filho de Deus é tamanha que ele leva o livro para todas as partes. Na quarta-feira (09), depois do treino realizado no Clube da Estiva, o tricolor falou de como está sendo interessante ler a biografia de Jesus.

“O livro é bom demais. Numa narrativa ágil, conta toda a saga de Cristo. Vou ‘devorá-lo’ rapidinho”, comentou o jogador, lembrando que ‘Jesus’ foi uma indicação do lateral Júnior César.

Fé na conquista da galera
Dodô divide a fé que tem em Deus com a certeza de que aos poucos conquistará o coração da galera e ganhará espaço no time titular armado por Renato Gaúcho. Destaque nos treinamentos da semana, com lindos gols, inclusive de bicicleta, ele curte o rótulo de artilheiro dos gols bonitos. Mas garante que o mais importante é ver a bola na rede.

“O gol é bom de qualquer jeito. Até de bico. Mas a torcida vibra muito quando o gol é uma obra artística. Realmente, gosto de gols de placa, mas não premedito nada. Eles acontecem naturalmente”, argumenta.

Sem querer entrar em polêmicas, ele acredita que há espaço para três atacantes no ataque que Renato quer montar. “Eu já joguei em times armados com três ‘matadores’. E conseguimos sucesso. Eu, Washigton e o Leandro Amaral podemos nos revezar”, afirmou.

Nada de vaidade
Outra questão que aparentemente não incomoda Dodô é o número da camisa que vestirá no Fluminense. Washington é o dono da 9, e Leandro Amaral, o da camisa 7: “Quero é jogar. O importante é que estou num grande clube, faço parte de um grupo que certamente dará muitas alegrias à torcida”.

Questionado se não teme uma crise de vaidade num elenco formado por tantos jogadores consagrados, Dodô foi incisivo. “Por que haveria de ter ciumada, vaidade? Todos já firmaram os seus nomes no mercado. Tenho certeza de que nada disso acontecerá”, completou.

 

 

Fonte: O Dia

Por: Pregadores do Telhado